Na próxima quinta-feira, 04/08/11, a partir das 21h30, no Espaço Id (Rua Clodomiro Amazonas, nº 660 – Itaim Bibi – São Paulo/SP – www.idch.art.br), Joe e a Gerência se apresenta no Projeto Cultural de curadoria do querido Prof. Mauro, que conta também com a exposição do artista Vitor Rolim. A entrada é gratuita. Mais informações, veja no flyer da casa, clicando aqui.
E no domingo, 07/08/11, a partir das 19h, a banda se apresenta no Ristorante e Canto (www.ristoranteecanto.com.br), na Granja Viana/Cotia-SP (Rua Profa. Ana Nastari Brunetti, nº 26). Couvert artístico: R$ 12,00 na porta e R$ 10,00 na lista amiga (informações no flyer anexo).
Informações, também no flyer da casa, clicando aqui.
Joe concedeu entrevista exclusiva para o blog Ver-o-Pop de Belém do Pará falando sobre o projeto Joe e a Gerência, suas primeiras experiências com bandas e a música paraense.
► Conheça!
Site Oficial: www.myspace.com/joe.eagerencia
Canal do Youtube: www.youtube.com/JoeeaGerencia
Facebook: http://facebook.com/joe.eagerencia
Twitter: @joe_eagerencia
Joe, baixista da banda Pitty, é um verdadeiro ícone do Rock Nacional. Já tocou em bandas clássicas, como Dead Billies e Os Feios, e agora está com um novo projeto chamado Joe e a Gerência. Nesse bate-papo descontraído, ele revelou um pouco da trajetória como músico, do que ele acha da cena musical do Pará e também sobre novos projetos. Aproveite, é diversão garantida.
Como você começou a se interessar por Rock’n'Roll? Quais foram os primeiros discos de Rock que escutaste?
Comecei a descobrir o Rock N’Roll no dia 16 de agosto de 1977. Era meu primeiro ano de ginásio e estava voltando pra casa e ainda era dia em Salvador (aquele calor de 30 graus) quando vi uma moça chorando e contando pra amiga que “O Rei do Rock (Elvis Presley) estava morto”. Aquilo me chamou muito a atenção mas continuei o meu caminho pra casa. Bicho, não sei o que aconteceu mas aquilo foi me dominando, um sentimento que não sabia explicar tomava conta de mim cada vez que alguém falava aquilo. Quando cheguei em casa só piorou porque (acho eu, no auge dos meus 10 anos e quase 11) minha mãe consolava minha tia em prantos, aí fudeu! Comecei a chorar compulsivamente por alguém que nem conhecia nem lembrava de ter ouvido falar. A partir daí a tv começou a passar todos os filmes de Elvis na sessão da tarde. Os primeiros discos que escutei foram Revolver (Beatles) e High Way to Hell (AC/DC), todos com Lunabis, Boscosativa e Zilmonha, que eram meus amigos desde a infância.
Como foram as tuas primeiras experiências em bandas? Como era a repercussão em Salvador, e no Brasil, com as bandas que fizeste parte?
Minhas primeiras experiências com bandas foram de puro aprendizado e descobertas. Me lembro dos primeiros ensaios que eram muito precários – claro, eu morava em Salvaor e tudo demorava muuuuuuuuito pra chegar por aquelas bandas do país. Montamos uma banda na escola chamada “Os Feios”, que foi o embrião do que viria a ser os Dead Billies. Lembro que nossos ensaios, por muito tempo, eram “meio” que acústicos: eram 2 vilões e 1 catálogo telefônico, que era a bateria. Depois que os Billies acabaram, continuamos a tocar juntos eu (que era Joe Tromondo na época), Rex Crotus na bateria e Morotó – que ainda carregava a alcunha de Slim – na guitarra, na banda instrumental “Retrofoguetes”. Não posso deixar de citar “Mr. Vox” Mosckabilly, pra mim, e com muito orgulho, um dos melhores cantores do mundo.Em Salvador (e fora também) tocávamos fogo por onde passávamos, era muito divertido mas não saíamos muito de lá. Até hoje encontro pessoas que estão descobrindo os Dead Billies e que falam da força das canções. Ou seja teve uma repercussão muito boa pra quem conheceu na época e ainda tem até hoje pra quem está conhecendo.
Confira a ótima entrevista na íntegra, no site Ver o Pop clicando aqui.
Na próxima quinta-feira, 04/08/11, a partir das 21h30, no Espaço Id (Rua Clodomiro Amazonas, nº 660 – Itaim Bibi – São Paulo/SP – www.idch.art.br), Joe e a Gerência se apresenta no Projeto Cultural de curadoria do querido Prof. Mauro, que conta também com a exposição do artista Vitor Rolim. A entrada é gratuita. Mais informações, veja no flyer da casa, clicando aqui.
E no domingo, 07/08/11, a partir das 19h, a banda se apresenta no Ristorante e Canto (www.ristoranteecanto.com.br), na Granja Viana/Cotia-SP (Rua Profa. Ana Nastari Brunetti, nº 26). Couvert artístico: R$ 12,00 na porta e R$ 10,00 na lista amiga (informações no flyer anexo).
Informações, também no flyer da casa, clicando aqui.
Informações, também no flyer da casa, clicando aqui.
Joe concedeu entrevista exclusiva para o blog Ver-o-Pop de Belém do Pará falando sobre o projeto Joe e a Gerência, suas primeiras experiências com bandas e a música paraense.
► Conheça!
Site Oficial: www.myspace.com/joe.eagerencia
Canal do Youtube: www.youtube.com/JoeeaGerencia
Facebook: http://facebook.com/joe.eagerencia
Twitter: @joe_eagerencia
Site Oficial: www.myspace.com/joe.eagerencia
Canal do Youtube: www.youtube.com/JoeeaGerencia
Facebook: http://facebook.com/joe.eagerencia
Twitter: @joe_eagerencia
Joe, baixista da banda Pitty, é um verdadeiro ícone do Rock Nacional. Já tocou em bandas clássicas, como Dead Billies e Os Feios, e agora está com um novo projeto chamado Joe e a Gerência. Nesse bate-papo descontraído, ele revelou um pouco da trajetória como músico, do que ele acha da cena musical do Pará e também sobre novos projetos. Aproveite, é diversão garantida.
Como você começou a se interessar por Rock’n'Roll? Quais foram os primeiros discos de Rock que escutaste?Comecei a descobrir o Rock N’Roll no dia 16 de agosto de 1977. Era meu primeiro ano de ginásio e estava voltando pra casa e ainda era dia em Salvador (aquele calor de 30 graus) quando vi uma moça chorando e contando pra amiga que “O Rei do Rock (Elvis Presley) estava morto”. Aquilo me chamou muito a atenção mas continuei o meu caminho pra casa. Bicho, não sei o que aconteceu mas aquilo foi me dominando, um sentimento que não sabia explicar tomava conta de mim cada vez que alguém falava aquilo. Quando cheguei em casa só piorou porque (acho eu, no auge dos meus 10 anos e quase 11) minha mãe consolava minha tia em prantos, aí fudeu! Comecei a chorar compulsivamente por alguém que nem conhecia nem lembrava de ter ouvido falar. A partir daí a tv começou a passar todos os filmes de Elvis na sessão da tarde. Os primeiros discos que escutei foram Revolver (Beatles) e High Way to Hell (AC/DC), todos com Lunabis, Boscosativa e Zilmonha, que eram meus amigos desde a infância.
Como foram as tuas primeiras experiências em bandas? Como era a repercussão em Salvador, e no Brasil, com as bandas que fizeste parte?
Minhas primeiras experiências com bandas foram de puro aprendizado e descobertas. Me lembro dos primeiros ensaios que eram muito precários – claro, eu morava em Salvaor e tudo demorava muuuuuuuuito pra chegar por aquelas bandas do país. Montamos uma banda na escola chamada “Os Feios”, que foi o embrião do que viria a ser os Dead Billies. Lembro que nossos ensaios, por muito tempo, eram “meio” que acústicos: eram 2 vilões e 1 catálogo telefônico, que era a bateria. Depois que os Billies acabaram, continuamos a tocar juntos eu (que era Joe Tromondo na época), Rex Crotus na bateria e Morotó – que ainda carregava a alcunha de Slim – na guitarra, na banda instrumental “Retrofoguetes”. Não posso deixar de citar “Mr. Vox” Mosckabilly, pra mim, e com muito orgulho, um dos melhores cantores do mundo.Em Salvador (e fora também) tocávamos fogo por onde passávamos, era muito divertido mas não saíamos muito de lá. Até hoje encontro pessoas que estão descobrindo os Dead Billies e que falam da força das canções. Ou seja teve uma repercussão muito boa pra quem conheceu na época e ainda tem até hoje pra quem está conhecendo.
Confira a ótima entrevista na íntegra, no site Ver o Pop clicando aqui.
Programa "Cabeça de Rádio" recebe Joe e a Gerência
No ultimo dia 26, rolou a participação do projeto paralelo dos meninos do Joe e a Gerência no programa de "Cabeça de Rádio" na Rádio Mente Ativa. Além de apresentar o seu som, a banda falou sobre o projeto, como surgiu e o que eles esperam pela frente. Foi uma das primeiras entrevistas desde que Joe e a Gerência foi formado. A banda é encabeçada pelos integrantes da banda Pitty, Joe (baixista, que no projeto passou para o vocal) e Brunno Cunha (tecladista, que além do teclado, passou para a guitarra na nova banda). Além disso, Joe e a Gerência ainda conta com a ajuda de Rick na bateria e Gabriel Rosa no baixo, fechando a formação. O primeiro single da banda "Acordado" você ouve e confere a letra aqui, ou no MySpace oficial de Joe e a Gerência: http://www.myspace.com/joe.eagerencia
Além do MySpace e do twitter, os meninos ainda contam agora com uma página oficial no Facebook, que você pode curtir clicando aqui e acompanhar todas as novidades.
Se você perdeu a participação deles no programa Cabeça de Rádio, o áudio está disponível nesse link:Cabeça de Rádio É só clicar e ouvir!

